Sistemas de voz mudam maneira de se comunicar com dispositivos

Os mesh, uma conexão dinâmica de pessoas, processos, coisas e serviços que suportam ecossistemas de inteligência digital, será uma das tendências estratégicas para o ano de 2017, de acordo com previsões do Gartner. Dentro dessa categoria, estão os sistemas conversacionais de voz e de texto, que devem ganhar força e mudar a maneira como os usuários interagem com as máquinas.

As capacidades desses sistemas podem variar de simples conversas informais, mensagens de texto ou de voz, como uma resposta à pergunta “Que horas são?”, a interações mais complexas, como a coleta de depoimentos de uma testemunho de um crime para gerar um retrato falado do suspeito.

Saiba mais sobre o que essa tendência reserva para as empresas e como a tecnologia pode impactar a segurança da informação:

Sistemas de voz devem ganhar força

Os sistemas conversacionais podem ser apenas de texto, mas os que incluem interfaces de voz – especialmente as que são inteligentes e conversacionais – serão o modo preferido dos usuários de interagir com seus dispositivos.

Os modelos de interação que devem ganhar força – e vão também impulsionar a interação em voz – são as comunicações proativas, que devem forçar os negócios a abandonar as interações reativas com os usuários.

Assistentes de voz proativos poderão fazer sugestões com base em localização e outros dados sem ter de aplicar um questionário ao usuário. A voz também deve ganhar força com a ascensão de tecnologias de análise semântica, que darão aos dispositivos a capacidade de entender e fazer suposições com base em diversos tipos de dados, incluindo registros de compras e streaming de mídias sociais.

Segundo o Gartner, os sistemas conversacionais podem mudar o comportamento do usuário de um modelo em que as pessoas precisam se adaptar aos dispositivos para um modelo em que os dispositivos “ouvem” e se adaptam ao resultado esperado pelo indivíduo. Tudo isso será possibilitado por meio de dispositivos digitais mesh, como sensores, aplicações e sistemas de internet das coisas.

Impacto na segurança da informação

Sensores, aplicações e outros dispositivos inteligentes de internet das coisas já são uma preocupação para as empresas devido às suas numerosas vulnerabilidades.

Grande parte desses dispositivos nunca tem suas configurações de fábrica alteradas e acabam se tornando um prato cheio nas mãos dos hackers.

Recentemente, um ataque envolvendo milhares de câmeras inteligentes conectadas a redes WiFi direcionou uma série de tentativas de acesso à empresa de serviços de DNS Dyn, causando uma condição de DDoS. No ataque, um grupo de cibercriminosos conseguiu manipular milhares de dispositivos de internet das coisas usando o malware Mirai.

Para lidar com as ameaças trazidas pela internet das coisas, uma gestão de vulnerabilidades integrada é essencial para oferecer uma visão ampla e unificada da segurança da informação. Saiba como uma plataforma como o GAT, da iBLISS, pode ajudar na gestão de vulnerabilidades da internet das coisas.

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