Malware: porque são ameaça para startups?

Em busca de um modelo enxuto, e da busca pela tão almejada ideia de escalar um negócio, as startups, muitas vezes, acabam relegando a questão da segurança da informação a segundo plano.

No entanto, uma má gestão da segurança da informação, seja no contato e aquisição de informações com clientes ou no dia a dia do back office – bancos de dados que guardam informações administrativas e mais sigilosas da empresa -, pode trazer sérias ameaças.

Não importa o tamanho ou segmento da empresa. Na atualidade, com os recursos da rede – e com ataques cada vez mais elaborados – a gestão de vulnerabilidades é premissa essencial para qualquer empresa que deseja ter vida útil em um ecossistema digital competitivo e dinâmico.

Inclusive, o aumento vertiginoso no número de startups gerou novos alvos para os cibercriminosos arriscarem suas investidas – não, não são apenas bancos ou grandes instituições que despertam o interesse dos hackers.

Neste artigo vamos falar sobre um tipo de ataque – os malwares – e como eles impactam negativamente a gestão de dados e a segurança da informação, especificamente, dentro das startups. Fique por dentro!

Mas, o que são malwares?

A palavra tem origem do inglês e surge da justaposição de outras duas palavras – malicious software. 

Ou seja, o malware envolve a ideia de um código ou software malicioso que passa a ser incorporado ao sistema e, a partir daí, examinar e sugar ativos e informações.

É um tipo de ameaça virtual que consegue danificar – e até mesmo desativar – sistemas inteiros. Existem diversos tipos de malwares aos quais sua empresa pode ser submetida, entre eles o vírus, Cavalo de Tróia, Spyware, Ransonware, entre outros.

Do sequestro de informações à criação de uma porta de entrada para outros malwares, esse softwares maliciosos são extremamente nocivos à segurança da informação e à privacidade dos dados da sua empresa – de grandes a pequenas empresas, todas estão sujeitas a ataques e vazamento de dados.

Startup: terreno de oportunidades

Essa afirmação, dependendo do contexto, pode até conter certa ambiguidade.

Ao passo que o modelo de negócio de uma startup pressupõe inúmeras oportunidades, desde a descoberta de um novo nicho até a formulação de uma rotina de aprendizado e maturidade contínuas, também é terreno fértil para a expansão de ameaças virtuais.

Seja pelo ritmo acelerado dos acontecimentos ou por uma má gestão de vulnerabilidades, as startups configuram uma nova oportunidade para os cibercriminosos agirem. E a expansão dos investimentos neste tipo de empresa atrai ainda mais os olhares.

Malwares e a segurança da informação nas startups

Ainda em fase embrionária e preocupadas com o desenvolvimento da empresa, em busca de recursos e investimentos, muitas startups deixam de dedicar atenção à segurança da informação.

O volume de dados coletados e armazenados, seja na nuvem ou em repositórios no back office, é grande e isso pode ser, eventualmente, um atrativo para a ação de cibercriminosos.

Ao adentrar à base de dados da empresa, os malwares podem descodificar senhas e chaves de acesso, terem contato com os ativos da empresa e corromper os demais arquivos, abalando todo o sistema.

Além do prejuízo financeiro e a nível de organização, uma vez que todo o sistema deve ser replanejado e refeito após uma invasão, a empresa vítima de ataque digital também sofre um forte abalo a nível de reputação, uma vez que isso descredita a empresa em termos de imagem perante o mercado.

Por isso, prever os ataques e elaborar um plano de contenção de ameaças é uma medida responsável para defender os principais ativos ou o sistema de dados de uma empresa.

Nesse sentido, a IBLISS criou uma ferramente que permite identificar a maturidade da segurança da informação na sua empresa. Acesse agora mesmo o Diagnóstico de Segurança e Privacidade IBLISS e descubra como anda o panorama digital da sua empresa, prevenindo-se das ameaças digitais.

 

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