Mães conectadas podem preparar seus filhos para acessos virtuais mais conscientes e seguros

O século XXI tem sido marcado pela rápida escalada da tecnologia em vários âmbitos da nossa vida. A internet se disseminou pela sociedade e hoje permeia grande parte das atividades do cotidiano.
Dentro das empresas, dentro das casas e até nas escolas… A internet se tornou realidade em uma série de fazeres. E quem exemplifica bem esse uso prático, rápido e cotidiano das ferramentas da internet são as mães – cada vez mais conectadas.
De acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo Ibope Media 48% das mães brasileiras já estão conectadas à internet. Considerando que a pirâmide etária do país está se invertendo, com o envelhecimento da população, a média de pessoas entre 40 e 60 anos conectadas à internet é crescente.
A Intel, em parceria com o Instituto Ipsos, mostra outro dado interessante: as mulheres representam a maior parcela de compradores em potencial, no mercado de tecnologia, se comparadas aos homens – mulheres somam 53%.

As atividades online mais comuns entre as mães conectadas

Segundo estudo publicado pela Kantar TNS, que investigou as atividades online e offline executadas no dia a dia, as mães passam o dobro de tempo lendo revistas, jornais e outras publicações online em comparação aos livros e revistas em papel.
Por dia, as mães em geral passam 4 horas ao celular. E 89% dos acessos à internet é feito a partir dos dispositivos móveis. A expansão dos smartphones também explica outro indicativo da pesquisa: 56% das entrevistadas admitiu que investe tempo de navegação comprando online.
Com 2 horas e 42 minutos por dia, em média, as redes sociais são – disparado – o que mais rouba as atenções das mamães da atualidade. Além das 88% que informaram conferir as publicações em grande parte do tempo, outras 79% admitiram acessar o e-mail e 78% disseram gastar tempo com as trocas de mensagens.
Além de redes sociais como Facebook e Instagram (as principais que estão na pesquisa), o Youtube também ocupa espaço de destaque – 78% das entrevistadas disse consumir conteúdo na plataforma quase diariamente.
Pesquisa Video Viewers, divulgada em 2018, mostrou a forma como os brasileiros estão consumindo vídeos na internet.
De acordo com o estudo, o consumo de vídeos online cresceu 135% nos últimos quatro anos. Em um cenário que o Youtube disputa audiência com canais abertos da TV, uma série de pequenas empresas e novos negócios surgem na plataforma.
É no Youtube que as mães podem encontrar uma série de conteúdos como cursos à distância, informações sobre receitas online, dicas sobre finanças ou para manter a boa forma. A fácil conexão com a internet também é fundamental para se trabalhar de forma remota, estudar, fazer compras, ver as últimas notícias e se comunicar com família e amigos.

O desafio de educar para acessos virtuais conscientes

A internet traduz um espelho do mundo real. Nas notícias, nas conexões que construímos nas redes sociais, nas negociações que fazemos através de plataformas virtuais. E é por isso que, assim como no mundo real, a educação para consumo de conteúdo virtual também se torna uma premissa fundamental.
O fato de mães – e pais – estarem mais conectados e antenados à internet, portanto, familiarizados com o universo online – e tudo de bom e ruim que ele oferece – pode ser um ponto positivo para garantir maior proteção aos filhos.
Acompanhar a navegação dos filhos é uma tarefa complicada. Mas não só pela dependência virtual, como pela segurança dos menores, é importante ficar em cima dos pequenos quando o assunto é internet.
Limitar o tempo de acesso e saber quais os conteúdos estão sendo consumidos pelos filhos, no entanto, pode ser mais simples fazendo uso de aplicativos de monitoramento que restringem o acesso e impedem receber notificações de vídeos não autorizados pelos responsáveis.
As mães conectadas e conscientes dos perigos virtuais, ao lado do pai e outros responsáveis, devem conversar com os filhos sobre esses perigos, estimulando-os as procurá-las sempre que se depararem com algo que os deixem preocupados – uma boa forma de tratar do assunto é fazendo uso do ebook João e Maria na era Cyber, uma versão moderna do clássico infantil sobre segurança digital para os menores.
Recentemente vídeos de uma lenda urbana japonesa, a Momo, causou problemas à crianças – muitas passaram a ter dificuldade para dormir. Esse fato pode ser usado como exemplo para enfatizar que nenhum conteúdo enviado por desconhecido deve ser aberto antes de conversar com um adulto de confiança.
O mundo virtual está aí e mães conectadas podem aproveitar sua própria experiência para preparar seus filhos para uma navegação mais segura e consciente, fazendo uso dos benefícios sem ficarem expostas a perigos digitais – infelizmente, muito reais.
Utilizar recursos de interesse de crianças e jovens pode facilitar esse processo de esclarecimento. Além do ebook anteriormente apresentado neste post, outra boa opção é o jogo O Mundo Virtual é tão perigoso quanto o mundo real. Ele permite que os jogadores possam assimilar de modo lúdico as boas práticas para acessos digitais seguros.
A segurança cibernética anda a passos lentos no Brasil, quando comparado a outros países. E é estranho que isso aconteça justamente em um dos países que lidera o ranking de ataques virtuais. Por isso educar, orientar e acompanhar o uso dos menores se faz uma tarefa tão importante.
A IBLISS tem grande preocupação com a segurança digital para crianças e jovens, tanto que tem produzido materiais educativos gratuitos voltados aos pais e ao público infantojuvenil sobre o uso saudável e seguro da interne, através do projeto SEC4KIDS. Dois deles já foram apresentados ao longo deste artigo, mas outros estão em desenvolvimento.

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