Líder de segurança diz que EUA retaliará contra ataques cibernéticos

Robert Mueller do F.B.I., à esquerda, e James R. Clapper Jr., da Inteligência Nacional americana, na terça-feira (12). crédito da foto: Shawn Thew/European Pressphoto Agency

O chefe da Agência de Segurança Nacional e do recém-criado Cyber Command, das forças armadas americanas, general Keith Alexander, disse ao Congresso na terça-feira (12) que está estabelecendo 13 equipes de programadores e especialistas em computação que poderiam realizar ataques cibernéticos ofensivos em nações estrangeiras, caso as redes dos Estados Unidos sejam atingidas por ataques de grande escala. Foi a primeira vez que a administração de Obama admitiu publicamente o desenvolvimento de armas cibernéticas para uso em tempo de guerra.

“Eu gostaria de deixar claro que esta equipe não é uma equipe defensiva”, afirmou o general ao Comitê de Serviços Armados da Câmara. “Esta é uma equipe ofensiva que o Departamento de Defesa usará para defender a nação caso seu ciberespaço fosse atacado”.

O testemunho do geral Keith Alexander veio no mesmo dia em que o oficial da inteligência superior, James R. Clapper Jr., advertiu o Congresso de que um ataque cibernético importante sobre os Estados Unidos poderia afetar a infra-estrutura e a economia do país. James R. Clapper Jr. sugeriu que esses ataques constituem a mais perigosa ameaça aos Estados Unidos, ainda mais premente do que um ataque de redes globais de terrorismo.

fonte:
New York Times

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